Quarta-feira, Setembro 20, 2006

Não esqueci

Não esquecei de vcs e nem morri...tô digitando umas coisas lá em casa, passando um café, preparando um bolinho e logo boto novis aqui pra vcs.


Detalhes sórdidos inclusos no bonus track....

Segunda-feira, Julho 31, 2006

Porveite

Aproveite e dê uma olhada nos links deste blog...copio várias coisas deles...como diriam: Quem se importa com o autor? O Autor não existe! Foda-se o autor...O autor sou eu.

Links novos e antigos atualizados pra vc curtir....

Você é um sapo????

Plagiado de blog...veja se vc é ou num é um sapo(a)

De acordo com um mito (não sou biólogo para dizer se é verdade), se você colocar um sapo numa panela de água fervendo ele pula fora e salva a própria vida. Mas, se você colocar o sapo numa panela de água fria e for esquentando a água aos poucos, ele não percebe a mudança da temperatura e morre cozido. Mas porque o sapo não pula quando a água começa a ficar quente? Será que ele não sente que a água esquentou? Vamos tomar a personalidade dele, enquanto a água está esquentando, e verificar o que se passa na cabeça do sapo: 28 Graus - Humm... que água gostosa .. 32 Graus - É ... a água está boazinha .. 36 Graus - Esta água está ficando sem graça, será que está esquentando? Bobagem! Por que a água iria esquentar? Deve ser impressão minha. 38 Graus - Estou ficando com calor ... Que droga de água! Ela nunca foi quente, por que está esquentando? 39 Graus - Essa água é uma porcaria! Melhor nadar um pouco em círculos até a água esfriar de novo. 40 Graus - Esta água é muito quente , humm que ruim! Vou voltar lá para aquele lado que estava mais fresco ou será que é melhor esperar um pouco? 42 Graus - Realmente, esta água está péssima, quente de verdade, tenho que falar com o supervisor das águas. Claro, eu podia pular fora, mas onde será que vou cair? Melhor esperar só mais um pouquinho. 43 Graus - Meu Deus! Será que eu tenho que fazer tudo por aqui? Já reclamei e ninguém toma uma atitude? 44 Graus - Mas este supervisor de águas não faz nada? Será que ninguém nota que a água está super quente? Vou esperar mais um pouco ... 45 Graus - Se ninguém fizer nada eu vou fazer um escândalo ... Aiiiii que calor! 46 Graus - Eu devia ter pulado fora quando eu tive oportunidade, agora é tarde. Estou sem forças. 48 Graus - "sapo morto". O pensamento do sapo ilustra o processo de mudança no ambiente e como as pessoas reagem.


No mundo de hoje em que as mudanças de "temperatura" são tão corriqueiras, quem pensa como o sapo, perde as oportunidades de mudar e crescer.

Quarta-feira, Julho 19, 2006

Será?

Dúvida: geléia de pimenta a base de maçã nopaudói???

Amor & Anarquia...ou...ora, vamos lá, se tens preguiça imprima este texto pra ler no busão, no banheiro....

AMOR E ANARQUIA

Errico Malatesta

Hans Bellmer, La Poupee

Pode parecer estranho que as questões relativas ao amor e todas aquelas a ele relacionadas preocupem mais a um grande número de homens e mulheres do que os problemas mais urgentes, senão mais importantes, e que deveriam chamar a atenção e concentrar esforços dos que buscam o modo de superar males que afligem a humanidade.
Encontramos diariamente pessoas submetidas ao comando das instituições atuais; pessoas obrigadas a alimentar-se mal e ameaçadas a qualquer momento de cair na mais profunda miséria pela falta de trabalho ou em decorrência de enfermidades; pessoas que se vêem impossibilitadas de criar convenientemente os filhos, que morrem freqüentemente por falta de cuidados necessários; pessoas condenadas a passar a vida sem ser um só dia donas de si mesmas, sempre a mercê dos patrões ou da polícia; pessoas para as quais o direito de ter uma família e o direito de amar é uma ironia sangrenta e que, contudo, não aceitam os meios que lhes propomos para libertar-se da escravidão política e econômica se antes não soubermos explicar-lhes de que maneira, numa sociedade libertária, a necessidade de amar encontrará sua satisfação e de que modo compreendemos a organização da família. E, naturalmente, esta preocupação se amplia e gera descuido e desprezo dos outros problemas nas pessoas que tenham resolvido, particularmente, o problema da fome e que se encontram em condições de poder satisfazer as necessidades mais imperiosas porque vivem num ambiente de relativo bem-estar.
Isto explica o imenso lugar que ocupa o amor na vida moral e material do homem, pois é no lar e na família que o homem passa a maior e a melhor parte de sua vida. Explica-se também por uma tendência em direção ao ideal que arrebata o espírito humano no momento em que este se abre para a conscientização.
Entretanto, o homem sofre sem dar-se conta dos sofrimentos, sem buscar remédios e sem rebelar-se; vive semelhante aos incapazes, aceitando a vida como ela se apresenta.
Mas, desde o instante em que começa a pensar e a compreender que seus males não se devem a insuperáveis fatalidades naturais, senão a causas humanas que os homens podem destruir, experimenta imediatamente uma necessidade de perfeição e deseja, idealmente ao menos, gozar de uma sociedade em que reine absoluta harmonia e em que a dor desapareça por completo e para sempre.
Esta tendência é muito útil, pois impulsiona a vida para frente, mas também se faz nociva quando, sob o pretexto de que é impossível alcançar a perfeição e suprimir todos os perigos e defeitos, nos aconselha a descuidar das realizações possíveis para continuar na mesma situação.
***
Não temos nenhuma solução para os males do amor, pois eles não podem ser destruídos com reformas sociais, nem tampouco com uma mudança de costumes. Estão determinados por sentimentos profundos, poderíamos dizer fisiológicos do homem e que não são modificáveis. Quando o são isto se deve a uma lenta evolução e são imprevisíveis.
Queremos a liberdade; queremos que homens e mulheres possam amar-se e unir-se livremente sem outro motivo que o amor, sem nenhuma violência legal, econômica ou física.
Mas a liberdade, mesmo sendo a única solução que podemos e devemos oferecer, não resolve radicalmente o problema, pois o amor, para satisfazer-se, tem necessidade de duas liberdades que concordam e que freqüentemente discordam; e deve-se levar em conta que a liberdade de fazer o que se quer é uma frase desprovida de sentido quando não se sabe o que querer.
É muito fácil dizer: “quando um homem e uma mulher se amam, juntam-se, e quando deixam de se amar, separam-se”. Entretanto, para que este princípio se converta em regra geral e segura de felicidade é necessário que ambos amem e deixem de se amar ao mesmo tempo. E se um ama mas não é correspondido? E se um continua amando e o outro não o ama mais e trata de satisfazer uma nova paixão? E se um ama ao mesmo tempo várias pessoas que não podem adaptar-se a esta promiscuidade?
“Sou feio”, dizia-nos certa vez um amigo. “Que farei se ninguém deseja me amar?” A pergunta nos leva ao riso mas nos deixa entrever verdadeiras tragédias.
Ainda preocupados com o mesmo problema, dizemos: “atualmente, se não encontro o amor, compro-o, ainda que tenha que economizar na alimentação. O que farei quando não houver mulheres que se vendam?” A pergunta é horrível, pois mostra o desejo de que seres humanos sejam obrigados pela fome a prostituir-se; mas é também terrível... e, terrivelmente, humano.
Algumas pessoas dizem que a solução poderia encontrar-se na abolição radical da família; na abolição da parceria sexual mais ou menos estável, reduzindo o amor somente ao ato físico ou, melhor dizendo, transformando-o, com a união sexual por acréscimo, num sentimento parecido à amizade, que reconheça a multiplicidade, a variedade, a contemporaneidade dos afetos.
E os filhos? Filhos de todos.
Pode ser abolida a família? Isto deve ser desejado?
Observemos antes de mais nada que apesar do regime de opressão e mentira que prevaleceu e prevalece ainda na família, esta tem sido e continua sendo o maior fator do desenvolvimento humano, pois é nela que o homem comum se sacrifica pelo homem e cumpre o bem pelo bem, sem desejar outra compensação que o amor da companheira e dos filhos.
Uma vez eliminadas as questões de interesses, todos os homens serão irmãos e se amarão mutuamente?
Certamente não se odiarão; o que podemos afirmar é que o sentimento de simpatia e de solidariedade se desenvolveria muito e que o interesse geral dos homens se converteria num fator importante na determinação da conduta de cada um.
Mas isto ainda não é o amor. Amar a todos se parece muito com não amar a ninguém.
Podemos talvez socorrer, mas certamente não podemos chorar por todas as desgraças porque nossa vida deslizaria para um vale de lágrimas, porém o pranto da simpatia é o consolo mais doce para um coração que sofre. A estatística das mortes e dos nascimentos pode nos oferecer dados interessantes para se conhecer as necessidades da sociedade; mas não dizem nada aos nossos corações. É materialmente impossível entristecermo-nos com cada homem que morre e regozijarmo-nos a cada nascimento.
E se não amamos uma pessoa mais vivamente que as outras; se não tivermos um só ser pelo qual não estejamos particularmente dispostos a sacrificarmo-nos; se não conhecemos outro amor que este amor moderado, vago, quase teórico, que podemos sentir por todos, não resultaria a vida menos rica, menos fecunda, menos bela? Não se veria diminuída a natureza humana em seus mais belos impulsos? Por acaso não nos veríamos privados dos gozos mais profundos? Não seríamos mais infelizes?
O amor é o que é. Quando se ama fortemente se sente a necessidade do contato, da possessão exclusiva do ser amado.
Os ciúmes, no melhor sentido da palavra, parecem formar e formam geralmente uma só coisa com o amor. Isto pode ser lamentável, mas não pode ser alterado arbitrariamente, nem tampouco segundo a vontade de quem o sofre.
Para nós o amor é uma paixão que engendra tragédias por si mesma. Estas tragédias, certamente, não se traduziriam mais em atos violentos e brutais se o homem tivesse o sentimento de respeito à liberdade alheia, se tivesse bastante controle de si para compreender que não se soluciona um mal com outro maior, e se a opinião pública não fosse, como hoje em dia, tão indulgente com os crimes passionais; mesmo assim as tragédias não deixariam de ser menos dolorosas.
Enquanto os homens tiverem os sentimentos que possuem - e uma troca no regime econômico e político da sociedade não nos parece suficiente para modificá-los por inteiro - o amor produzirá ao mesmo tempo grandes alegrias e grandes tristezas. Poder-se-á diminuí-los ou atenuá-los com a supressão de todas as causas que podem ser eliminadas, mas sua destruição completa é impossível.
Esta é uma das razões para não se aceitar nossas idéias e querer permanecer no estado atual? Responder afirmativamente seria fazer como aquele sujeito que não podendo comprar roupas luxuosas prefere ir nu, ou como aquele que não podendo comer perdizes todos os dias renuncia ao pão, ou ainda como o médico que dada a impotência da ciência atual ante certas enfermidades, nega-se a curar as que são passíveis de cura.
Eliminemos a exploração do homem pelo homem, combatamos a pretensão brutal do macho que se crê dono da fêmea; combatamos os preconceitos religiosos, sociais e sexuais; asseguremos a todos, homens, mulheres e crianças o bem-estar e a liberdade; propaguemos a instrução; e então poderemos regozijarmo-nos, com razão, se não permanecerem mais do que males de amor.
Em todo caso, os desafortunados no amor poderão procurar outros gozos, pois não acontecerá como hoje em dia que o amor e o álcool constituem os únicos consolos para a maior parte da humanidade.

Tradução de Edson Passetti

Errico Malatesta (1853-1932) foi um grande pensador anarquista italiano.

Quinta-feira, Junho 01, 2006

Lágrimas

Sem acesso ao yakult, blog, emeésseene e ohio q o parta....
Fico sem Lila, Ari, Narghee~la, Flavia a Fada and many others....
Serei um merda sem o mundo virtual???

PS.: postagem clandestina....acreditem...não deveria estar fazendo isso a essa hora da madrugada......

Terça-feira, Abril 04, 2006

Um fado....até q num demorei tanto para postar

As Brumas do Futuro

Madredeus

Composição: Pedro Ayres Magalhães

Sim, foi assim que a minha mão
Surgiu de entre o silêncio obscuro
E com cuidado, guardou lugar
À flor da Primavera e a tudo
Manhã de Abril
E um gesto puro
Coincidiu com a multidão
Que tudo esperava e
a razão de um povo inteiro
Leva tempo a construir
Ficámos nós Só a pensar Se o gesto fora bem seguro
Ficámos nós A hesitarPor entre as brumas do futuro
A outra acção prudent
eQue termo dava À solidão da gente
Que deseperavaNa calada e fria noite
De uma terra inconsolávelAdormeci
Com a sensaçãoQue tinhamos mudado o mundo
Na madrugadaA multidãoGritava os sonhos mais profundos
Mas além dissoUm outro breve início
Deixou palavras de ordemNos muros da cidade
Quebrando as leis do medoFoi mostrando os caminhos
E a cada um a vozQue a voz de cada eraA sua vozA sua voz

Segunda-feira, Abril 03, 2006

Fora

Galera...temporariamente fora do ar....ou...sem tempo pra postar...mas coisa escrita tem....oq falta e oq acontce é q alguém precisa botar comidinha nas bocas anarquistas né....até breve....muito breve....

Domingo, Janeiro 29, 2006

Pagando um Pau

Caraca...eu odeio pagar pau pras instituições...mas o site da Trama tá mandando bem pacaráléo disponibilizando um pusta bando de plays pra gente ouvidar pela net....liberdade de informação...

E ouvir isso numa lan, fone no talo pra não ouvir a pivétaiada gritando por causa das masturbações e lendo o blog da Lila é tudo....